segunda-feira, 29 de junho de 2009


Recebemos da parte de uma professora de Tabuado a reclamação que a seguir transcrevemos e que nos parece oportuno publicar.
A situação tem a ver com as dificuldades que, por vezes, temos de ultrapassar, sem haver necessidade para isso. Basta haver organização e respeito pelos utentes. Por muito benéficas que sejam as obras para a localidade, ninguém pode ficar impedido de entrar em sua casa durante dias e dias, só porque isso dá jeito a quem não se preocupa com as dificuldades dos outros.
Esta moradora teve mesmo de recorrer à GNR para que fosse aberta uma passagem de emergência, situação que vem reforçar a ideia de que quando há boa vontade tudo é possível resolver-se. Basta pensar um pouqinho nos outros




NÓS POR TABUADO…
Já todos sabemos que para ver realizadas algumas obras públicas prometidas em plena campanha eleitoral temos que esperar por uma nova época de eleições.Os fundos que não existiram durante o mandato eleitoral aparecem, agora, como por milagre, para manter viva na memória dos eleitores as obras efectuadas!
Contudo, e não pondo em causa os benefícios que para uma freguesia podem resultar, da melhoria ou criação de infra-estruturas, o certo é que deve existir sempre planeamento e organização.Não é porque determinada rua necessita de obras de beneficiação, que os moradores têm que suportar todo o tipo de sacrifícios e humilhações.
Durante vários dias, alguns dos moradores da Rua da Levadinha, em Tabuado, ficaram com os acessos às casas vedados. Não houve qualquer comunicação, por parte das autoridades competentes (Junta de Freguesia e Câmara Municipal), de que os dois sentidos da rua iam ser cortados, prejudicando o acesso às habitações.
Ninguém pensou nos casais de idosos que habitam no local, que a qualquer momento podiam necessitar de ajuda e nenhum transporte podia deslocar-se às habitações.Também não se compreende como pode uma rua com dois acessos, ficar com os mesmos fechados, não ficando uma entrada livre para qualquer situação de emergência.
É por acreditarmos na diferença e na mudança que apoiamos o Norberto Soares. Um marcoense que ama a sua terra e que respeita os marcoenses.Com Norberto Soares teremos sem dúvida um Marco de Verdade.

domingo, 21 de junho de 2009




NORBERTO SOARES JÁ TEM CARTAZES

Os primeiros cartazes de Norberto Soares (Movimento Marco de Verdade) já começaram a ser colocados.
Como a nossa "máquina" é constituída por voluntários, gente de trabalho e livre de interesses, mas que consegue arranjar algum tempo para este tipo de função, os cartazes não foram colocados todos num só dia, vamos no entanto, tentar, dentro do mais breve espaço de tempo possível, encher o Concelho com a nossa imagem de marca. Não podiamos todavia, deixar de os mostrar neste nosso espaço.

segunda-feira, 25 de maio de 2009


CHEGA DE BOATOS

Quando receamos um adversário, para alguns, a forma mais fácil de o eliminar é lançar o boato, a calúnia e alimentar a mentira. Já me fizeram isso uma vez, nas últimas eleições autárquicas, com o caso do gasóleo, ficando provado posteriormente que não havia ilícito e que tudo não passava de uma estratégia para prejudicarem a minha eleição, mas desta vez, podem crer, estou mais atento e pronto a dar resposta aos caluniadores.
Tenho-me apercebido, através de contactos pessoais, que alguns dos nossos eleitores ainda pensam que fui eu que procurei o Partido Socialista para ser seu cabeça de lista nas próximas autárquicas e que estes recusaram a minha oferta.
Para colocar um ponto final em todas as dúvidas, volto a afirmar que nunca procurei qualquer partido político para fazer parte das suas listas. Aconteceu que, o PS resolveu fazer uma sondagem no Marco de Canaveses que deu um empate técnico de vitória entre mim e Manuel Moreira, enquanto o seu candidato, Artur Melo e Castro não ia além dos 4% de tendência de voto. Talvez por isso, visando com toda a certeza uma vitória do partido da “Rosa” no nosso concelho, fui abordado por dois altos dirigentes distritais desta facção política e foi-me formulado o convite para ser cabeça de lista pelo seu partido, tendo-me sido garantido todo o apoio desta verdadeira máquina partidária. Confesso, que um convite destes é aliciante, seja para que candidato for, mas como sou educado e tenho sentido democrático, nessa altura respondi que ia falar com os meus pares e que em poucos dias lhes daria a resposta.
Quando informei os meus parceiros do movimento, deste convite, tive o cuidado de lhes dizer de que não me sentia aliciado com a proposta porque sempre defendi que gostaria de partir para esta eleição com independência, porque só dessa forma, poderia assumir a defesa dos verdadeiros interesses do nosso povo. Todos os meus companheiros seguiram o meu raciocínio e dias depois, agradeci o convite e recusei-o cordialmente. Todavia, alguém informou Artur Melo e Castro do convite, que à sua revelia, o PS me tinha feito e estourou o mal-estar no seio do seu partido e com o qual nada tenho a ver.
Julgava eu, que o assunto estava devidamente esclarecido, até porque, os dirigentes “Rosa”, nunca negaram, os factos. Mas, a falta de informação, é muitas vezes aproveitada para confundir situações e sei que os habituais “trapaceiros” têm alimentado o boato de que fui eu que me ofereci ao PS e que foram estes que o recusaram. Foi precisamente o contrário e afirmo-o aqui publicamente.
Passada esta confusão, começou a circular um novo boato: “Norberto Soares vai ser número dois na lista de Avelino Torres”. Situação que não me tenho cansado de desmentir.
Quando julgava que a campanha de boatos tinha terminado, começo a ser confrontado, por alguns dos meus apoiantes, de que constava de que seria o número dois de Manuel Moreira.
Posso garantir-vos, que apesar do respeito que estes dois candidatos me merecem, nenhum deles tem competência nem qualidade, para neste momento, me levarem a aceitar qualquer cargo na lista deles, mesmo a número um.
Quando avancei para esta candidatura foi para os derrotar e não para me aliar a eles: para mudar a política de compadrio e clientelismo que sempre existiu no Marco de Canaveses. Foi porque, durante o tempo em que fui vereador, senti o apelo do povo por uma nova esperança. O chamamento de alguém que os ouvisse, que os compreendesse e que falasse a mesma linguagem e isso não se coadunava com uma aliança com quem já teve o poder na mão e não o soube gerir.
Sei que muitos estão a pensar que também por lá andei e que também poderei ter alguma dose de culpa. Exactamente. Todavia, nunca estive na presidência e por alguma razão sempre me vetaram essa oportunidade, numa altura em que o deviam ter feito por razões que todos conhecemos.
Penso ainda, que não será por acaso que alimentam o boato de colagem à minha pessoa: porque os marcuenses me conhecem e confiam na minha competência e honestidade.
Mas, não vou deixar que se aproveitem destes factos para promoveram outras candidaturas, porque a razão da minha luta foi sempre, o acreditar de que é possível mudar. Basta que todos queiramos.

segunda-feira, 18 de maio de 2009


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Entrevista a ler na revista "FORUM & CIDADANIA" dada por Armindo Loureiro, presidente da Junta de Freguesia de Tuías e um dos nossos mandatários



Artigo assinado por NORBERTO SOARES
no "REPORTER DO MARÃO"



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MARGARIDA NEVES SERÁ
A NÚMERO TRÊS DA LISTA

Margarida Moreira Neves, natural da freguesia de Alpendurada e Matos, nascida a 02 de Setembro de 1974, engenheira civil, será a terceira figura da lista do Movimento “Marco de Verdade com Norberto Soares” na candidatura à presidência da Câmara do Marco de Canaveses. Margarida Neves frequentou a Escola Primária de Serrinha, prosseguindo os estudos na Telescola em Alpendurada, seguindo-se a Escola Secundária de Marco de Canaveses e mais tarde o estudo universitário na cidade de Coimbra.
Actualmente, casada e mãe de um menino com 2 anos de idade, vive na freguesia vizinha de Várzea do Douro.
Pertencente a uma família há muito ligada ao ramo da construção civil, desde cedo mostrou grande interesse nessa área e foi através da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, que no ano de 2001 concluiu com mérito a licenciatura em Engenharia Civil. Ainda estudante, já mostrava grande espírito de iniciativa no ramo colaborando de forma activa na empresa de construção civil pertencente à família.
Após concluir os estudos em Coimbra, regressou a Alpendurada e Matos e iniciou a sua actividade profissional de forma permanente, numa empresa de construção civil, no concelho vizinho de Penafiel. A sua colaboração nesta empresa estendeu-se durante quatro anos, permitindo-lhe alargar a sua experiência profissional e pessoal.
A maternidade e o gosto pela sua terra, fizeram com que regressa-se também, profissionalmente, á sua querida terra natal, á vila de Alpendurada e Matos, onde desempenha funções, num Gabinete de Projectos de construção, vocacionado para a análise de projectos de arquitectura e de especialidades.
A nível social local, sempre se destacou pela sua presença, dedicação, dinamismo e espírito de solidariedade, que sempre imprimiu nas actividades onde participou e continua a participar, sempre de forma muito crítica e activa, em especial nas iniciativas da paróquia e da colectividade em geral. No seu percurso de juventude, integrou o grupo coral, o grupo de jovens e foi catequista da adolescência. Actualmente integra o grupo de leitores da “Missa de Matos” e continua a dar o seu contributo sempre que solicitada.
Embora a politica nunca se tenha revelado como uma ambição, Margarida Neves reconhece que poderá ser um recurso inesgotável de energia a aplicar na melhoria do bem-estar das populações. Ao conhecer em pormenor o projecto “MARCO DE VERDADE”, reconhece-o como uma iniciativa repleta de mérito e bastante inovador, sendo constituído por pessoas de elevada responsabilidade social, motivos suficientes para se sentir motivada a integrar a sua equipa, propondo-se contribuir de VERDADE para um Melhor e Justo MARCO DE CANAVESES.

sábado, 25 de abril de 2009


PORQUE MERECEMOS

MAIS UM 25 DE ABRIL

Passaram 35 anos sobre o 25 de Abril e Portugal continua mergulhado numa democracia disfarçada. O regime totalitário terminou em 1974, mas a evolução social do povo português pouco avançou, porque este sangue latino que nos corre nas veias parece ter sido cozinhado em lume brando. Não soubemos reforçar os caminhos da liberdade, tornamo-nos demasiado passivos e pouco exigentes. O medo continua a tolher-nos o pensamento e a limitar-nos o poder de escolha. Teimosamente continuamos a apoiar aqueles que se escondem em corredores muito pouco claros e nada fazemos para combater os que teimam em nos impor um novo regime totalitário.
É tempo de mudança. É tempo de dizer não. É tempo de olharmos para o povo e lembrarmo-nos que a corrupção e a desonestidade são os nossos piores inimigos. É tempo de dizer basta! É tempo de apostarmos em gente nova e privilegiarmos a verdade e a honestidade.
Quanto mais não seja, porque os homens que nos libertaram há 35 anos o merecem.